Desacordado
(Luiz Henrique Costa)
Dito e feito
Não há mais o que perder
Ainda quero você pra me ensinar
E me convencer da minha própria obsessão
E de tudo que eu não quis viver
Seja como for
Quero te encontrar
Desejos meus
Será que a sós estaremos melhor?
Posso te ver?
Os dias se passam
E a hora acabou
O tempo ocioso só me faz dormir
Não me acorde se eu não te pedir por favor
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Horizonte
Horizonte
(Luiz Henrique Costa)
Me peça pra ser
E ter um quê de você
Mal posso esperar
Pra chegar a um destino qualquer
Encontro a luz
Que brilha na escuridão
Conheço o princípio do fim
Escolho entre o bem e o mal
Não há o que fazer
Se não pronunciamos mais
As únicas palavras
Que nos dariam a chave
Para um outro final
O que fazer?
Junto minhas coisas
Mas tudo parece igual
As cores se fundem entre si
No horizonte, um jardim surreal
(Luiz Henrique Costa)
Me peça pra ser
E ter um quê de você
Mal posso esperar
Pra chegar a um destino qualquer
Encontro a luz
Que brilha na escuridão
Conheço o princípio do fim
Escolho entre o bem e o mal
Não há o que fazer
Se não pronunciamos mais
As únicas palavras
Que nos dariam a chave
Para um outro final
O que fazer?
Junto minhas coisas
Mas tudo parece igual
As cores se fundem entre si
No horizonte, um jardim surreal
Agora sou
Agora sou
(Luiz Henrique Costa)
Espero me perder
Importar-me mais com o que?
Agora sou mais eu aqui
Vivo de longe a te ver
Palavras não vão até aí
Não sou mais o que sou
O que eu fui?
Pra aonde vou?
Mais de você, eu quero sim
Mas não consegue perceber
Onde foi que eu errei?
Esperando o sol se pôr
A luz se transpassa por mim
Um novo dia se acabou
E um outro vai chegar
E terá o mesmo fim
(Luiz Henrique Costa)
Espero me perder
Importar-me mais com o que?
Agora sou mais eu aqui
Vivo de longe a te ver
Palavras não vão até aí
Não sou mais o que sou
O que eu fui?
Pra aonde vou?
Mais de você, eu quero sim
Mas não consegue perceber
Onde foi que eu errei?
Esperando o sol se pôr
A luz se transpassa por mim
Um novo dia se acabou
E um outro vai chegar
E terá o mesmo fim
Voltar
Voltar
(Luiz Henrique Costa)
Quis entender
As coisas que você me diz
Do que eu fiz, me arrependi
Você nem sabe o quanto
Não entendo mais
O que podia entender
Pessoas me fazem sofrer
Não confio em quem podia
Não controlo mais
Deixei me levar
Tentei voltar atrás
Em círculos, voltei pra cá
Voltei por que queria
Te encontrar
(Luiz Henrique Costa)
Quis entender
As coisas que você me diz
Do que eu fiz, me arrependi
Você nem sabe o quanto
Não entendo mais
O que podia entender
Pessoas me fazem sofrer
Não confio em quem podia
Não controlo mais
Deixei me levar
Tentei voltar atrás
Em círculos, voltei pra cá
Voltei por que queria
Te encontrar
Portas
Portas
(Luiz Henrique Costa)
Agora já não sei
Por que assim não dá
Não pareço estar em meu lugar
Palavras correm em minha boca
Não aprendi a me calar
Eu pulo muros, sigo caminhos
Portas que não dão no mesmo lugar
E conto as quedas, caio sozinho
Canto uma música para animar você
As noites frias me remetem à alma
Na escuridão
Lembro de você me dizendo que não
(Luiz Henrique Costa)
Agora já não sei
Por que assim não dá
Não pareço estar em meu lugar
Palavras correm em minha boca
Não aprendi a me calar
Eu pulo muros, sigo caminhos
Portas que não dão no mesmo lugar
E conto as quedas, caio sozinho
Canto uma música para animar você
As noites frias me remetem à alma
Na escuridão
Lembro de você me dizendo que não
Mas que certezas?
Mas que certezas?
(Luiz Henrique Costa)
Primeiro beijo que omiti
O vinho fresco a secar
O céu e terra por demolir
Em passos curtos, pareço empacar
Mas que certezas?
Eu corro pra lá e pra cá
Em letras tortas
O peota sem indagar
Questiono a fé que não senti
Arrependido, quero mudar
Em teus lençóis, eu quero dormir
E amanhecer tão devegar
Mais que diabos!
São tantas as linhas para apagar
Assumo que pequei
Teu corpo parece gostar
(Luiz Henrique Costa)
Primeiro beijo que omiti
O vinho fresco a secar
O céu e terra por demolir
Em passos curtos, pareço empacar
Mas que certezas?
Eu corro pra lá e pra cá
Em letras tortas
O peota sem indagar
Questiono a fé que não senti
Arrependido, quero mudar
Em teus lençóis, eu quero dormir
E amanhecer tão devegar
Mais que diabos!
São tantas as linhas para apagar
Assumo que pequei
Teu corpo parece gostar
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Segunda-feira
Segunda-feira
(Luiz Henrique Costa)
Já passou da meia-noite em meu relógio
A cidade não está cheia, mas ainda se movimenta
Acho que ela nunca pára
Acho que ela não pode parar
Minha mente segue o ritmo dos carros nas ruas
Dou a partida e logo estou num novo lugar
E em pouco tempo me faltam dedos para contar
Quantas voltas já dei entorno das mesmas questões
(Luiz Henrique Costa)
Já passou da meia-noite em meu relógio
A cidade não está cheia, mas ainda se movimenta
Acho que ela nunca pára
Acho que ela não pode parar
Minha mente segue o ritmo dos carros nas ruas
Dou a partida e logo estou num novo lugar
E em pouco tempo me faltam dedos para contar
Quantas voltas já dei entorno das mesmas questões
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